Os Cães Enferrujados — foto oficial da banda em Curitiba

Vinte anos entre dois nomes e uma pausa

A história começa no meio dos anos 2000, quando Juninho Fabri e Dago Koutton passaram a tocar juntos como dupla acústica em Curitiba. O primeiro nome foi Dupla 33 Espadas; pouco depois virou Sette Erros. Dois violões, o repertório preferido dos dois e nenhuma pretensão além de tocar.

Os dois seguiram assim por mais de uma década, até que a vida pediu espaço e a dupla deu uma pausa por volta de 2013. Cada um seguiu a própria estrada como músico — e ficou por isso mesmo durante doze anos.

Em junho de 2025 eles se reencontraram só para tocar, e a vontade voltou maior do que era antes. Em julho, Fe Arqueman foi convidado e o primeiro ensaio em trio saiu já com a câmera ligada. Logo depois Edy Arqueman completou o quarteto, começando no cajon e migrando para a bateria.

Já mais velhos e cada um com sua própria trajetória, os quatro passaram a revisitar músicas, jeitos de tocar, gostos e gêneros de cada um para formar essa banda de amigos antigos. Dessa enferrujada natural, depois de tantos anos, veio o nome: Os Cães Enferrujados. Hoje a banda ensaia mês a mês, tem músicas autorais ainda não divulgadas e um repertório ao vivo feito de covers das preferidas dos quatro.

Linha do tempo

Os marcos da banda

Da dupla acústica dos anos 2000 ao quarteto que ganhou nome novo em 2025.

  1. Dupla

    Nasce a Dupla 33 Espadas

    Juninho Fabri e Dago Koutton começam a tocar juntos como dupla acústica, no meio dos anos 2000. Dois violões, o repertório preferido dos dois e o primeiro nome da história: Dupla 33 Espadas.

  2. Nome

    A dupla vira Sette Erros

    Pouco tempo depois vem a primeira troca de nome. A dupla passa a se chamar Sette Erros e segue rodando com o mesmo formato acústico.

  3. Pausa

    Os dois seguem juntos até a pausa

    Juninho e Dago tocam juntos por mais de uma década, até que a vida de cada um pede espaço e a dupla dá uma pausa por volta de 2013. Cada um segue a própria trajetória como músico.

  4. Reencontro

    O reencontro

    Doze anos depois, Juninho e Dago se juntam de novo só para tocar. A vontade volta na hora — e volta maior do que era antes.

  5. Formação

    Fe Arqueman entra e a dupla vira trio

    Fe Arqueman é convidado para tocar com a dupla e o primeiro ensaio em trio sai já com a câmera ligada. É o vídeo mais antigo da banda.

  6. Formação

    Edy Arqueman completa o quarteto

    Edy entra para fechar a formação atual, começando no cajon. Com quatro pessoas na mesma sala, o encontro de amigos vira banda de verdade.

    Marco da formação atual

  7. Ensaios

    Do cajon para a bateria

    O cajon dá lugar à bateria e o som ganha outro corpo. Pequena mudança de equipamento, diferença grande no peso das músicas.

  8. Nome

    Nascem Os Cães Enferrujados

    Já mais velhos e cada um com a própria estrada como músico, os quatro passam a revisitar músicas, jeitos de tocar, gostos e gêneros de cada um para formar essa banda de amigos antigos. Dessa enferrujada natural, depois de tantos anos, sai o nome: Os Cães Enferrujados.

    Marco da formação atual

  9. Ensaios

    Ensaio atrás de ensaio

    A banda passa a ensaiar mês a mês, sem pressa e sem pular etapas. Cada encontro acerta um pedaço: um arranjo, uma virada, uma música nova no repertório.

  10. Agora

    Repertório em construção

    A banda está evoluindo, levando os ensaios mais a sério e fechando o repertório. Já existem músicas autorais ainda não divulgadas; ao vivo, por enquanto, o set é feito de covers das preferidas dos quatro — com a mesma pegada que já virou a marca da banda.

A formação

Quem toca

Quatro pessoas, quatro discotecas diferentes, uma banda só.

  • Juninho Fabri — Voz, guitarra e gaita

    Juninho FabriCelso Fabri Junior

    Voz, guitarra e gaita

    Toca com o Dago desde os anos 2000, primeiro como Dupla 33 Espadas e depois como Sette Erros. Puxa a maior parte das músicas e leva a gaita para os arranjos que pedem um respiro fora da guitarra.

    Na banda desde 2025

  • Fe Arqueman — Voz e guitarra

    Fe ArquemanFelipe Arqueman

    Voz e guitarra

    Chegou em julho de 2025, no ensaio que transformou a dupla em trio. Divide os vocais e segura as bases limpas que sustentam o peso do resto da banda.

    Na banda desde 2025

  • Dago Koutton — Baixo

    Dago KouttonDagoberto Koutton

    Baixo

    Parceiro do Juninho desde o primeiro violão nos anos 2000. É o grave que amarra a banda inteira, sempre nas linhas simples e firmes das bandas de rock que os dois cresceram ouvindo.

    Na banda desde 2025

  • Edy Arqueman — Bateria

    Edy ArquemanEdinei Arqueman

    Bateria

    Fechou a formação atual em 2025: começou no cajon e logo migrou para a bateria. Marca o tempo seco, sem firula, que o resto da banda persegue.

    Na banda desde 2025